O Pior Português de Sempre

A grande Iniciativa O INIMIGO PÚBLICO / O EIXO DO MAL pretende apurar quem é O Pior Português de Sempre: Que político / personalidade mais contribuiu para a ruína do nosso País? Quem melhor encarna as piores qualidades do povo português? Decida você mesmo quem fez disto uma choldra!

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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006

As Justificações

Para ajudar a escolher o seu candidato, apresentamos pequenas jsutificações para cada um dos nomes das duas categorias:

Que político / personalidade mais contribuiu para a ruína do nosso País?
Afonso Costa -
Porque simboliza a I República, cuja balbúrdia, autoritarismo e violência fez com que, em contraste, a União Nacional parecesse o “Compromisso Portugal”.

Almeida Santos - Porque ficou ligado ao modelo de descolonização “Pernas Para Que Te Quero” e, de caminho, passando o resto dos dias a produzir o actual sistema jurídico no Parlamento. Tivesse a descolonização sido lenta como a Justiça portuguesa e a Justiça portuguesa célere como a descolonização, e Almeida Santos não estaria nesta lista. 

Álvaro Cunhal - Porque negou até ao fim que tenha havido um lado menos bom do estalinismo.

Aníbal Cavaco Silva - Porque promete enquanto Presidente da República resolver precisamente tudo aquilo que provocou enquanto primeiro-ministro.

António Guterres
- Porque nos disse que endividar era bom e fez como aqueles gajos que pedem rodadas para os amigos e depois deixam-nos a arder com a conta.

Cardeal Cerejeira - Porque abençoou e aspergiu o Estado Novo

Cavalo do Infante D. Afonso, filho de D. João II - Porque não tivesse D. Afonso caído da montada e morrido, teria governado Portugal, Castela e Aragão. Quem disse que os animais não pensam?

Corneteiro de D. Afonso Henriques - Porque tocou para saque, aquando da tomada de Almada, embebedou-se, perdeu a corneta no Tejo e não tocou para fim de saque. Com os resultados que se vêem.

D. Afonso Henriques - Porque fez com que o momento de fundação de Portugal ficasse marcado por um filho a sovar a mãe. Quem tem como primeiro rei uma espécie de Tony Soprano, não pode esperar grande coisa.   

D. João III - Porque foi o principal responsável pela saída dos judeus de Portugal, que levaram para os Países Baixos a alta finança, a filosofia e a ciência, tendo Portugal ficado com as alheiras de Mirandela.

D. Sebastião - Porque até hoje ainda estamos à espera que um adolescente amaricado nos venha salvar.

Durão Barroso - Porque, enquanto presidente da Comissão vem para cá lançar postas de pescada como se fosse tão responsável por isto como pelo défice da Letónia.

Irmã Lúcia - Porque poderia ter dito, muito simplesmente, “oiçam, aquilo de Nossa Senhora aparecer em cima de uma árvore... eu estava a brincar, pessoal”. E o País seria hoje diferente.

Marcelo Caetano - Porque poderia ter mudado o regime por dentro e poupado Portugal ao PREC. Não o fez e, por isso, há 30 anos que andamos a levar com o Vasco Lourenço e as cantigas do José Mário Branco.  

Mário Soares - Porque não há livro, estudo, ensaio ou artigo sobre o Portugal contemporâneo em que não tenhamos de levar com o nome de Mário Soares. Por simples coerência, o seu nome também aparece nesta lista. 

Oliveira Salazar - Porque fez de Portugal um País de agricultores analfabetos e mesquinhez amorfa.

Otelo Saraiva de Carvalho - Porque esteve nas FP 25, uma espécie de Al-Qaeda serôdia. Mas pelo menos o Osama bin Laden limitou-se a aparecer em vídeos amadores, nas montanhas do Afeganistão, enquanto o outro preferiu mostrar a fronha na SIC, numa pornochachada. Está contratado, ao que se diz, para uma eventual segunda série da telenovela “Jura”.

Sidónio Pais - Porque a recompensa por abandonar, de forma cobarde e miserável, as tropas portuguesas à sua sorte no lamaçal da Flandres foi ver o seu nome numa avenida em Lisboa. Se tivesse ganho alguma batalha, provavelmente Lisboa chamar-se-ia hoje em dia, à maneira soviética, Sidonioesgrado.  

Cunha Rodrigues - Porque, conduzido no cargo de PGR pela Almeida Santos, claro!, ainda conseguiu piorar a Justiça portuguesa, pelo simples facto de não fazer absolutamente nada. Aliás, não se via um objecto inanimado fazer tanto mal a tantas pessoas desde a bomba de Hiroshima.

Vasco Gonçalves - Porque nacionalizou e economia portuguesa e colocou-as em autogestão dos trabalhadores. O que equivale a dizer aos passageiros de um avião que substituam o piloto.

Quem melhor encarna as piores qualidades do povo português?
A Severa -
Porque passou a vida a cantar o mais miserável bas fond nacional, abrindo caminho à Teresa Villaverde e ao Pedro Costa. 

D. Maria do Salazar - Porque pensava que governar um País e governar um galinheiro é a mesma coisa.

Dona Branca - Porque convenceu os portugueses de que poderiam ter tudo aquilo que quisessem, abrindo caminho a António Guterres.

Egas Moniz  - Porque inventou a lobotomia e, com ela, transformou milhares de estrangeiros em portugueses. 

Fátima Felgueiras - Porque provou que a utopia da “política feminina” é uma falácia e a única diferença entre um político e uma politica é que o saco do suborno é da Gucci.

Fernando Mamede - Porque deu, com o seu exemplo, o nome à “síndrome de Mamede”, a incapacidade nacional para resistir à pressão. Obviamente, não vai ganhar a nossa votação. Para variar.  

Florbela Espanca - Porque enfastiou gerações de alunos do secundário com os seus sonetos miserabilistas e a atitude “ai que coitadinha que eu sou, só quero morrer”. É a única figura da lista com quem concordamos plenamente.  

Valentim Loureiro - Porque acumulou milhares de cargos e usou-se de uns para tirar proveitos dos outros e vice-versa. E porque apareceu em público, no meio da rua, de roupão e chanatas, algo apenas permitido ao Hugh Hefner.  

Kaúlza de Arriaga - Porque achava que o Marcelo Caetano era um esquerdista, o que equivale a achar que o Carlos Castro deveria ser o novo James Bond.

Lili Caneças - Porque a Lili Caneças está para a beautiful people nacional como a múmia de Lenine esteve, durante décadas, para os soviéticos.

O meu marido - Porque parece que as nossas leitoras consideram que os seus maridos representam os piores defeitos dos portugueses. Não sabíamos que a Bárbara Guimarães gosta de ler o IP.

Paulinho das Feiras - Porque o Paulo Portas pensa que para ser um estadista basta colocar botões de punho e para ser do povo basta enfiar na cebola uma boina. As coisas só são assim tão simples no Parque Mayer.

Pina Manique - Porque passou a vida a prender intelectuais e depois, muito pio, criava instituições como a Casa Pia para cuidar dos filhos daqueles que encarcerava. Isto é o que se chama dar uma no cravo e outra na ferradura.

Pina Moura - O homem que considera que o Estado existe para o servir, tal como a maioria dos portugueses. A palavra “incompatibilidade” não consta do dicionário de Pina Moura. É por pessoas como ele que a Líbia integra o comité dos Direitos Humanos da ONU.

Pinto da Costa - Porque conseguiu transformar uma coisa simples como o futebol numa questão de identidade regional e o FC Porto numa espécie de FARC. 

José Maria Martins - Porque quis passar de polícia de giro para Presidente da República. O american dream é muito bonito, mas também não é preciso exagerar. 

Tomás Taveira - Porque conspurcou Portugal com aberrações com tantas cores que, comparada com elas, a Floribella parece que está vestida de luto.

Zé Maria - Porque fez do miserabilismo uma forma de vida. O pobrezinho Zé Maria ganhou o Big Brother, o pobrezinho Portugal ganha Fundos de Coesão. É tudo a mesma cantiga.

Alberto João Jardim - Porque nunca passa das palavras aos actos naquilo da independência da Madeira

Américo Thomaz - Porque demonstrou, para lá de qualquer dúvida razoável, que qualquer gato-pingado pode tornar-se Presidente da República neste País, até uma pessoa cujo único mérito visível era saber com que mão se bate a continência. Qualquer pessoa, isto é, menos o José Maria Martins.

publicado por Pior Português de Sempre às 11:22

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De Bruno a 21 de Dezembro de 2006 às 18:49
Álvaro Cunhal assumiu os erros de Estaline. Nomeadamente, a centralização do poder, culto da personalidade e a burocratização. É falso o argumento que leva Cunhal a estar aqui.
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